Você está em >>> Ufologia Crística  >>> Acesse o Índice de UFOLOGIA CRÍSTICA

 

UFOLOGIA CRÍSTICA

 

 

O CASO BARNEY E BETTY HILL

 

 

O Caso Barney e Betty Hill é um dos mais conhecidos da ufologia mundial. E um dos que foram mais pesquisados, e um dos que oferecem mais provas concretas de autenticidade. É um divisor de águas na Ufologia e, a meu ver, quase absolutamente inegável.

 

Barney e Betty eram casados, ele negro e ela branca, e estavam voltando de uma viagem às Cataratas do Niágara (estado de Nova York, fronteira com o Canadá) - onde tinham passado sua atrasada lua de mel - para Portsmouth, em New Hampshire.

 

Barney, nascido em 1922, serviu o exército americano na II Guerra Mundial, foi ferido na boca, devido a uma granada, e perdeu vários dentes, tendo que usar dentadura. Esse detalhe é importante, porque sua dentadura será parte engraçada desta narrativa de abdução. Voltando da guerra, trabalhava nos correios dos EUA.

 

Betty, nascida em 1919, formada em serviço social, divorciou-se de seu primeiro marido em 1941, e tendo conhecido Barney na casa de um amigo em comum - eram ativistas sociais - casaram-se em 12 de maio de 1960. Porém, a lua de mel seria realizada somente em setembro de 1961, quando o casal foi às Cataratas do Niágara, que fica na região dos grandes lagos, na fronteira com o Canadá.

 

 O caso ocorreu justamente quando o casal retornava do passeio, na noite de 19 de setembro de 1961.  Barney dirigia o carro do casal, e Betty estava no banco do carona, com sua cadelinha Delsey, da raça Daschshud.

 

Betty olhava o céu estrelado quando reparou numa “estrela” que se movia de modo curioso. Pediu então ao marido que parasse no acostamento, para que observassem com um binóculo o objeto que manobrava no céu.

 

Como Barney não acreditava em UFOs, palpitou que se tratava de um avião indo para o Canadá. E voltaram para o carro. Notaram, porém, que o objeto agora parecia seguir o curso do carro. Barney até fez um teste, diminuindo a velocidade do carro, o objeto então, para surpresa deles, se aproximou mais, e pairou a uns 30 metros deles, silenciosamente. Barney pegou de novo o binóculo para observá-lo, e, pegando uma pistola que levavam, caminhou na direção do objeto. Pelo binóculo pode perceber que havia tripulantes dentro do aparelho, que apresentava uma  fileira de muitas janelas.  De repente, o objetivo inclinou-se na direção de Barney, um dos seres o fitou tão fixamente, "como olhar frio de um nazista", diria depois  (lembrando que Barney estivera na grande guerra), teve o pressentimento de que seriam levados, e voltou em pânico para o carro, dizendo a Betty que deveriam sair dali rapidamente. Arrancou o carro, entrou de novo na rodovia, e pouco depois o carro começou a emitir ruídos estranhos.

 

A partir daí o casal não se lembrava de mais nada, somente que chegaram a Portsmouth quando já amanhecia, quando deveriam ter chegado por volta das 3 horas da madrugada: nada menos que quase 3 horas de atraso, que não sabiam explicar, apesar de se lembrarem do encontro com o inusitado objeto, e do que viram e passaram até o momento em que fugiram. Mais tarde Barney contará, sob hipnose, que tentou desesperadamente procurar um lugar seguro, uma hospedaria que não objetasse negros, um lugar movimentado...

 

Tinham o pressentimento de que algo além do que conheciam havia acontecido. Betty chegou, inclusive, a comentar com a irmã, por telefone, o ocorrido. A irmã sugeriu que relatassem o incidente à Base Aérea de Pease: Naquela época, a USAF (Força Aérea dos EUA) investigava oficialmente o fenômeno UFO através do projeto Blue Book. Daí a sugestão. A irmã sugeriu também que realizassem um teste com uma bússola ao redor e na superfície do carro. Betty fez o teste no carro, que se encontrava na rua. A bússola se mostrou descontrolada.

 

Barney e Betty Hill

Outros detalhes indicavam que havia acontecido algo mais, no insólito encontro: Barney, sempre bem humorado, estava ranzinza, seus relógios de pulso haviam parado e os vidros estavam parcialmente quebrados, o vestido de Betty estava danificado em cima, a barra da calça de Barney apresentava restos de plantas, e seus sapatos raspados em cima. A cadela Delsey teve um problema de pele, e, sempre dócil, havia se tornado inquieta. Um estranho ferimento nas costas de Barney coroava a suspeita de que algo mais havia acontecido naquele dia.

 

Betty começou a ter pesadelos, e neles via cenas em que ela e o marido eram capturados por estranhos homens que os levavam para dentro do objeto que haviam visto, onde eram submetidos a exames físicos. Porém, nos pesadelos, a descrição dos seres que os sequestraram não corresponderia ao que ela, mais tarde declararia sob hipnose. Nenhum demérito: Psiquicamente isso é perfeitamente compreensível, é como quando alguém assiste a um filme de terror e depois tem pesadelos e os personagens não são exatamente aqueles do filme.

 

Isso os levou a seguir o conselho da irmã, e procuraram a Base Aérea de Pease, onde relataram o insólito encontro com aquele objeto desconhecido. Também procuraram um renomado psiquiatra, descrente em discos voadores, que se viu surpreso diante das narrativas sob hipnose do casal, e tentava explicar o fenômeno por meios "normais". É o início da investigação do caso.

 

  MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE CASO         RETORNA            CONTINUA

 

 

Caso Baependi     I Caso de Chapecó SC  I   Outros Grandes Casos

Eram os deuses cabalistas?

 

 

 

 ® DIREITOS RESERVADOS - LEI 9610 dos Direitos Autorais, de 1998.