Você está em >>> Paranormal >>> Acesse o Índice de Paranormal

 

O INCRÍVEL (OU NÃO?)

 

THOMAZ GREEN MORTON  

    

O ex-maior "paranormal vivo" do mundo 

 

 

    Apesar do nome americanizado Thomaz Green Morton é um fluminense de Valença nascido em 1947. O nome, porém, é original, colocado pelo pai em homenagem ao odontólogo norte-americano William Thomas Greeen Morton, descobridor da anestesia (o pai era proprietário de farmácia em Três Corações - MG, onde a família morou vários anos).

    

       Thomaz está entre os maiores paranormais do mundo, senão o maior presentemente vivo, e seus feitos são mirabolantes. É capaz de transformar em segundos um nota de R$ 1,00 numa nota de US$ 100,00, qualquer metal vagabundo em ouro ou platina, material inerte em coisa viva, guiar um carro pela força da mente, fazer uma imagem chorar sangue, ler cartas trancadas dentro de cofres, mesmo estando em outros países, recuperar objetos queimados até as cinzas, ressuscitar pequenas animais, aporta e transporta objetos, torna-os híbridos (p.e. uma nota de R$ 1,00 pode ser fundida com outra de 100 pesos e assim ser criada uma nova cédula com as características das duas notas).    

       

        Ao contrário do israelense Uri Geller, que precisa de um quase ritual para apenas entortar talheres, moedas e outros metais (o que para Thomas isso é apenas um passatempo) Thomas emite um estrondoso grito "Rhá" antes de efetuar a transformação.

        Especialista do mundo todo examinaram Thomaz, nunca se descobriu uma fraude. Sua testa apresenta uma protuberância na região do "terceiro olho" que, segundo ele, serve como canalização de energia. Foi adquirida numa de suas viagens interplanetárias junto de "entidades energéticas".

 

        Quando Thomaz está em operação em suas transmutações, efeitos fotógenos de múltiplas colorações pipocam no ar no ambiente.

 

          

 

 

 

 

 

Thomaz toma fôlego

 antes de emitir o Rhá para

 realizar uma transmutação

 

  Seus dons paranormais começaram quando foi atingido por um raio, durante uma tempestade, enquanto pescava no sítio do pai (que tinha o nome de Faisqueira, pela peculiaridade de quedas de raios relativamente frequentes no local). Era 16 de março de 1959, data em que completava 12 anos. Ficou desacordado várias horas, teve uma saída astral de seu corpo, e enquanto observava-o inerte, ouviu uma voz ecoar do "do céu" que lhe dizia que a partir daquele momento entidades espirituais o protegeriam e que ele teria poderes paranormais, devendo usá-los para o bem. Em seguida, reentrou no seu corpo e recobrou a consciência  Thomas estava então energizado, "elétrico", como se a energia do raio ainda permanecesse em seu corpo.

 

        Mais tarde Thomaz percebeu que bastava desejar para uma coisa acontecer.

        Quando sua fama começou a despontar, muito mais no exterior que no Brasil, um grupo de artistas liderados pela cantora Baby Consuelo se reuniu em torno do paranormal, imitando seu famoso grito de guerra "Rhá", tentando divulgá-lo. Mas Thomaz prefere não aparecer na mídia, e no que me lembro, foi alvo de uma única reportagem no Fantástico da Rede Globo e foi alvo de uma reportagem de capa da revista Isto É.  

        Para realizar seus feitos, Thomaz diz que entra em contato com forças sutis extraterrestres.

        A entrevista a seguir é um resumo de um talk da TV-E RIO, levada ao ar em novembro de 1991.   

                     

 

 

"Quando a coisa está preta a gente tem que relaxar. 

 A expressão que eu aprendi: "fique cool" - fique frio."

 

 

 

 

Extrato de uma Entrevista de Thomas Green Morton

           na TVE-Rio em novembro/1991

 

            Programa: As Pessoas

          Entrevistadora: Hildegard Hildebrand     

 

Entrevistadora: - O que é esse Rhá, Thomas, que você grita com a mão espalmada? Qual é o significado dele?

 

     - Bem, esse Rhá significa tanta coisa, que para poder sintetizar em palavras, exprimir em palavras, verbalizar, leva muito tempo. Mas eu vou tentar aqui... é... tentar explicar um pouquinho. Esse ra começou... essa palavra é como uma intuição, veio orientada por energias inteligentes, luminosas, cósmicas, divinas, universais, através de um contato extraterrestre e extranormal, num contato que eu tive em 1979, na fazenda da minha mãe, em Divisa Nova, perto de Alfenas. Depois deste contato, eu fui para Três Corações. Em Três Corações eu recebi uma pedra gravada com inscrições, tipo ideograma, mas não dava pra decifrar a pedra. E eu procurei de todas as maneiras, pus o espelho, pra ver o que era, a ponto que pensei fosse pedra ramada, pedra fossilizada, tinha aquelas ranhuras, tipo ideograma, e eu não conseguia decifrar. Eu falei: Como é que pode? Isso caiu do céu? caiu à noite? Será que  alguém jogou? Quebrou a vidraça, entrou em baixo de uma tatame de uma salinha lá na minha casa, eu morava em Três Corações, na rua Sagrada Família, e eu, de repente, peguei a pedra e tentei decifrar e não consegui. Fiquei frio, relaxei e falei: “Não, amanhã eu vou ver o que vai acontecer”. Porque quando a coisa está preta, muito feia, a gente tem que relaxar. E a expressão que eu aprendi, “fique cool”- fique frio -, então aprendi a ficar frio, relaxei. No dia seguinte sonhei a noite inteira com a pedra e pedi a Deus que eu pudesse ver o que significava aquilo. Aí eu peguei um relógio, no dia seguinte, botei o relógio em cima da pedra, o relógio girou ao contrário, então tinha algum tipo de energia, né, uma energia eletromagnética que mudava a rotação do relógio, ao inverso. Aí eu já levei um susto; eu colocava a mão, começava dar choque, eu falei: “não é possível, essa pedra é... Ali perto de casa tem um depósito de pedra, essa pedra santa não é, não é possível, será que alguém eletrificou essa pedra, não é possível. Mas aí eu me concentrei na hora da mentalização, e pedi a Deus que me orientasse, que eu pudesse traduzir, revelar o que era aquela pedra. Eu fui falando pra Lígia, que ia escrevendo as palavras. Eu falei “bem”, eu me concentrava botando minha mão na fronte, e então via nitidamente uma palavra: “energia”, outra palavra “saúde”, “paz”; então um símbolo significava várias palavras: "Afronvê planeta da quinta dimensão"

 

 

NOTA: Afronvê, segundo Thomas, é o nome de um planeta da quinta dimensão, para onde costuma viajar quando se desintegra fisicamente. Segundo Thomas, as inteligências extraterrenas que o auxiliam se manifestam em nosso plano por meio de luzes e perfumes;  Kryptus, que se manifesta como luz azul; Bill se manifesta como vermelha; e Akron  como amarela.

 

      

                                            

                                                                                CONTINUA

 

 

    

 ® DIREITOS RESERVADOS - LEI 9610 dos Direitos Autorais, de 1998.