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Oscar o gato que prevê quem vai morrer

 Oscar é um gato de estimação de um lar de idosos nos EUA, que identifica os internos que estão prestes a morrer. 

Vive no terceiro andar, dedicado a pacientes com demência no estágio final, há pouco mais de dois anos (2011).

Ninguém morre no terceiro andar do internato, a menos que Oscar lhe vai fazer uma visita e fique parado um longo momento no quarto ou perto da porta do quarto do futuro defunto.

 A revista médica The New England Journal of Medicine conta a história de Oscar, que foi adotado ainda filhote, quando era um animal de rua. Desde que chegou ao Steere House - o nome do internato - já teria previsto a morte de um dezena de internos.

"Eu acho que um dos membros da equipe de trabalho da lavanderia o trouxe e quando ele era ainda um gato de rua. Nada estranho que se tenha animais de estimação em um ambiente desses; há muitos, aliás, que servem de companheiro e conforto para os moradores” – disse David M. Dosa, geriatra do internato e do Rhode Island Hospital, ambos em Providence, EUA.

No entanto, esse gato tem uma peculiaridade: parece prever quem vai passar desta para a melhor. Dosa não se lembra do primeiro caso que despertou a suspeita de que Oscar pudesse ser paranormal, que tivesse, digamos, o dom de prever quem vai "viajar". Sua história ganhou as páginas dos jornais e dos noticiários de TV, além, claro, da Internet.

"O "dom" de Oscar veio à tona cerca de um ano e meio do animal estar no internato. Desde então, a equipe acompanhou de perto suas atividades relacionadas com a previsão", disse o médico, escrevendo na edição da revista "New England " sobre o gato. O animal já previu mais de 25 mortes.

O médico citou um exemplo: "Oscar entrou no quarto 313. A porta estava aberta e nele a Sra. K. descansava calmamente na cama, sua respiração era constante, embora fraca (...)  Oscar pula em sua cama e, novamente, fareja o ar. Ele para para examinar a situação e, em seguida, dá duas voltas antes de se aninhar junto à a Sra. K. (...). Uma enfermeira entra no quarto para examinar a paciente, para então para observar a presença de Oscar. Preocupada com o anúncio de "viagem próxima", apressadamente deixa a sala e volta para sua mesa. Pega o histórico médico da paciente e começar a fazer ligações", diz o artigo. Meia hora depois, a família começou a chegar e o padre alertado pela enfermeira. Pouco depois, a Sra. K. morreu.

"Sua mera presença à beira do leito é visto por médicos e funcionários do lar de idosos como um indicador quase absoluto de morte iminente , permitindo que os membros da equipe notifiquem adequadamente as famílias", diz Dosa, também professor do Warren Alpert Medical School da Brown University, também em Providence.

 

Teriam os animais um sexto sentido? Talvez os animais não sejam tão animais quanto pensamos a respeito deles. É sabido que uma planta pode "sentir" medo, e mesmo prazer, por meio de experiências já efetuadas.

Lembro-me de ter visto numa antiga revista Seleções a história de Hector, um cachorro que achou seu dono no porto de Yokohama, no Japão, depois de ser esquecido por seu dono, um capitão de um navio cargueiro, no porto de Buenos Aires.

Conta a Seleções que Hector foi deixado inadvertidamente no porto de Buenos Aires, e que depois entrou clandestino em um navio que ia para o Japão, o qual aportou em Tóquio. Dali Hector, não se sabe como, pegou carona em um caminhão, a caminho de Yokohama, onde encontrou seu dono.

 

"Minha impressão é que os animais são capazes de "sentir" as coisas que nós, como seres humanos, não podemos perceber. Há evidências de animais que são usados ​​para prever terremotos e histórias, é claro, contaram sobre os animais que identifiquem infecções, etc . Minha ideia é que Oscar é capaz de sentir algo que não sabemos, talvez um feromônio. Mas, afinal, este é apenas um palpite ", resume o geriatra Casa Steere.

Em uma parede do centro, uma placa exalta Oscar: "Por seu cuidado compassivo, essa placa é dedicada ao gato Oscar".

"Certamente Oscar é um animal extraordinário, todos os dias dá sinais impressionantes de compaixão e amor nas unidades de demência, as quais poucas pessoas percebem. Infelizmente, nossa sociedade, ao menos nos EUA, tende a evitar esse tipo de locais, por medo que um dia possamos viver em um. Enfim, coisas realmente notáveis ​​ocorrem nestes centros diariamente. Esta é apenas uma delas ", diz Dosa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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