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     O estranho caso de

PARANORMALIDADE

de AMYR AMIDEN

      

 Amyr Amiden é um dos raros psíquicos que concordaram em se submeter a diferentes provas a fim de que uma equipe de cientistas pudesse comprovar a autenticidade de suas faculdades. Este sensitivo brasileiro parece ser capaz de materializar numerosos objetos: pedras, joias, moedas, medalhas, líquidos perfumados... Diz estar em contacto com certas entidades energéticas, alguns seres de outro planeta que atuam desde uma dimensão diferente e que cumprem uma missão determinada na Terra.

 

           

 

            Trata-se de um hábil prestidigitador ou de um caso extraordinário de mediunidade que desafia todas as leis físicas conhecidas? É uma demonstração do poder para materializar, transformar, duplicar ou teletransportar objetos? Em março de 1994, uma equipe interdisciplinária de investigadores estudou Amyr Amiden, um sensitivo de Brasília que concordou em participar de vinte sessões escalonadas durante oito dias, a fim de que os investigadores pudessem observar e registrar uma larga série de fenômenos inusitados.

 

           Este médium não se comporta da mesma maneira que os psíquicos mais conhecidos. Rechaça a publicidade e não concede entrevistas aos meios de comunicação. De fato, esta reportagem pode ser feita graças a uma mediação do conhecido psicólogo e parapsicólogo norte-americano Dr. Stanley Krippner, colaborador de AÑO / CERO, que brevemente publicará um livro intitulado The Magenta Phenomena (O Fenômeno Magenta) sobre os casos de materialização protagonizados por este sensitivo brasileiro. Segundo Krippner, ele e um grupo de físicos e psicólogos norte-americanos, membros do Institute of Noetic Sciences, foram testemunhas da aparição, nas palmas das mãos de Amiden, de pedras, joias e uma substância avermelhada, similar a sangue, em forma de estigmas.

 

 

  Os «homens verdes»


    
   Krippner nos introduz aos pormenores do caso: “Amyr Amiden tem 50 anos, [74 em 2015] é empregado administrativo e descende de muçulmanos sírio-libaneses, ainda que afirme que todas as religiões conduzem a Deus. Está divorciado e é pai de um filho adolescente. É membro da Fundação Cidade Para a Paz, de Brasília, e suas experiências começaram quando tinha 8 anos e viu pela primeira vez umas “pessoas verdes”, como ele as denomina. Devemos recordar que nas tradições europeias pré-cristãs o Homem Verde é o deus da vegetação e atualmente é venerado por grupos pagãos e neopagãos ocidentais”.

         

     Segundo Amiden, que conta que seu avô materno já experimentava fenômenos inusitados, ele foi visitado várias vezes por estas “pessoas verdes” que chegaram a teletransportá-lo a seu planeta. A diferença de outros dotados excepcionais que dizem possuir faculdades paranormais - como o caso de Sai Baba, na Índia, que recusou qualquer investigação formal de seus supostos poderes - Amiden é o único até esta data que se submeteu a um estudo controlado. Isto permitiu examinar a veracidade de suas afirmações e as de suas testemunhas e lançar luz sobre estes estranhos casos tão difíceis de inserir dentro de nosso atual sistema de crenças.

        

       Krippner e uma equipe de investigadores estiveram trabalhando a fim de elucidar o “fenômeno Amiden”. A equipe era integrada pelo psicólogo transpessoal Pierre Weil, professor aposentado da Universidade de Minas Gerais, o psicólogo norte-americano Michael Winkler, o antropólogo Roberto Crema e os físicos Ruth Kelson e Harbans Lal Arora. Amiden se negou a cobrar por sua cooperação e durante as sessões não estiveram presentes amigos seus nem membros de sua família. Os investigadores e o sensitivo participaram numa equipe de trabalho conjunto em que, diferentemente do que ocorre em outros casos, o médium foi controlado rigorosamente pelos investigadores a fim de que não se produzissem manipulações ou enganos.

        

Amyr cooperou neste trabalho porque queria saber mais acerca dos  fenômenos inusitados que vem protagonizando há muitos anos. Quase nunca tem controle voluntário sobre eles, mas há sinais que denunciam sua aparição, como o sabor ácido em sua saliva, a perda da visão em cor e o suor de suas mãos.


Alguns feitos extraordinários


   
Durante as sessões toma grandes quantidades de água, pois crê que assim seus “aportes” serão mais consistentes e evidentes. Amiden assegura escutar uma voz feminina, junto de sua orelha esquerda, que lhe dá informação sobre os seres com os quais está em contato. Outra fonte de conhecimento são seus sonhos, nos quais vê estas “pessoas verdes” e seu planeta; diz que através destas mensagens oníricas recebe a solução para suas dúvidas. Por exemplo, quando consultou as “entidades” se devia participar neste projeto, sonhou que estava sentado numa mesa com um grupo de investigadores. “Uma manhã -conta Krippner - nos antecipou um acerto por meio da precognição. Durante uma das sessões, mencionou que havia estado lendo um livro que falava do ator norte-americano John Candy. Nessa mesma tarde, um jornal televisivo anunciou que este ator acabava de morrer”.


            Visto que o sensitivo diz não ter controle voluntário sobre seus poderes para materializar, e de fato pode “criar” quase qualquer coisa, Krippner se assegurou de que Amiden não houvera entrado previamente no quarto onde se levaram a cabo as sessões e a inspecionou cuidadosamente para evitar a presença de objetos que pudessem ser posteriormente considerados “materializações”. Sua equipe de trabalho se muniu de diversos aparelhos para realizar a medição das funções fisiológicas de Amiden - atividade respiratória, cardíaca, PH da saliva... - e para anotar as flutuações geomagnéticas na área de Brasília, onde aconteceram as sessões.

         

    Além disso, o grupo, por meio de um computador, efetuou um registro horário do que aconteceu durante os oito dias que durou o experimento. Confeccionaram uma escala para avaliar os fatos paranormais observados, considerando que algumas aparentes anomalias poderiam dever-se a causas naturais tais como erros de percepção ou dos  equipamentos de medição, coincidências ou prestidigitação do próprio Amiden. Krippner nos confessou: “Nas primeiras sessões nos foi difícil determinar se certos objetos que apareceram no quarto eram verdadeiros “aportes” ou só se tratava de coisas que não havíamos reparado antes”.


 
  Em parapsicologia se fala de “Objeto paranormal permanente” para se referir àquilo que não desaparece depois de uma materialização. Krippner nos conta que, num determinado momento das sessões, os investigadores disseram a Amiden que não haviam encontrado nenhum objeto deste tipo. “Então - recorda Krippner - um par de pequenos anéis enlaçados caíram na palma da mão esquerda do sensitivo. O físico Harbans Lal Arora levou-os a três especialistas em metalurgia para que fossem analisados. Eram feitos de prata comercial (95% de prata e 5% de cobre). Estes anéis têm 50 pedras semipreciosas, 24 um e 26 o outro, seu peso total é de 4 gramas e foram avaliados em 50 dólares.

 

Em algumas ocasiões as materializações se produziam de forma absolutamente espontânea, ainda que Amiden não estivesse presente e não houvesse ninguém no quarto. Krippner e seu grupo encontraram numa das salas uma pequena pedra azul e branca, uma moeda de cinco pesetas com a efígie de Juan Carlos I e uma moeda de 200 liras italianas.

 

 

             Entidades energéticas

 

A partir da perspectiva de Amiden, o “Grupo Magenta”, como denomina os seres que se encontram em contato com ele, é formado por entidades de outro planeta que operam numa dimensão alternativa e que teriam funções específicas no Cosmos e no Planeta Terra. Segundo Krippner, o termo “outra dimensão” sugere a possibilidade de que estas entidades sejam incorpóreas; poderia se tratar de sistemas energéticos que atuam fora das dimensões do tempo e do espaço conhecido. No caso de Amiden, estão relacionadas sua comunicação com estas entidades e a materialização de objetos? Há que ter em conta, além disso, que tais objetos só tem um significado específico para as pessoas que os recebem. Nas ocasiões, Amiden não conhece este significado; todavia, sua presença física como sensitivo seria necessária para que o feito se produzisse. A partir da perspectiva de Amiden e sua análise do fenômeno, há entidades (“anjos”, em nossa terminologia) que estão em contato com “inteligências cósmicas”. Estas entidades têm utilizado sensitivos como ele para demonstrar sua existência aos investigadores e à humanidade em geral.

 

Um dos  integrantes da equipe de investigação, Pierre Weil, vai publicar um livro em português sobre o trabalho realizado com Amiden. “São experiências humanas excepcionais que merecem ser compartilhadas - diz Stanley Krippner, encerrando nossa entrevista. Felizmente, esta decisão estava de acordo com as diretivas dadas pelas entidades. Todavia, Amiden não quis permitir uma nova investigação, algo que, ao menos para alguns como nós, frustrou os objetivos do grupo Magenta”.

 

 

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