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AS TREVAS DA INQUISIÇÃO

O museu da tortura

 


O horror da idade média e da inquisição é relembrado em diversos museus espalhados pelo mundo (principalmente na Europa). Os Museus da Tortura e execução são lugares mórbidos e sombrios, que mostram a crueldade de uma época cuja justiça é questionada. Muitos dos executados eram ladrões, adúlteros e principalmente acusados de bruxarias.

Colocamos essa matéria não como uma homenagem, mas para entendermos o que as autoridades da época eram capazes de fazer com seres humanos. Uma verdadeira aberração. Se o inferno existe, muita gente dessa época está ardendo lá agora.

Conheça algumas ferramentas usadas para essas barbaridades:

 

por Reinaldo Ferraz


O Garrote

Tem seu nome derivado do Espanhol, porque foi usado muito na Espanha como um instrumento de punição, usado até 1975 em um jovem que, depois de algum tempo, foi considerado inocente.

A peça consistia em um colar de ferro preso a um pilar. Esse colar penetrava na coluna cervical da vítima e a morte era causada por asfixia e pelo rompimento da coluna.

O Serrote

Esse instrumento foi muito usado na Europa para punir rebeliões, bruxaria e desobediências militares.

A vítima era amarrada de cabeça para baixo, com as pernas abertas e era serrada ao meio. Ela ficava nessa posição para haver uma oxigenação do cérebro e para perder pouco sangue. Assim a pessoa demoraria mais para morrer enquanto era serrada.

A dama de ferro

Um sarcófago de madeira com espinhos afiados e longos. Essa ferramenta de tortura tinha os espinhos colocados de tal forma que não atingia nenhum ponto vital das vítimas, para prolongar seu sofrimento.

Era composto por duas portas. Uma abria para frente e outra para trás. Assim, quando a porta era aberta, atingiria certos
órgãos que não haviam sido afetados anteriormente. Sem dúvida, uma das mais tenebrosas peças do museu.

O Candelabro

Peça de madeira em formato de triângulo onde a vítima era colocada de pernas abertas e forçada para baixo. Era uma das formas usadas para punir bruxarias, pois a pessoa tinha que fazer muita força para contrair suas pernas e evitar que a peça entrasse, coisa que era inevitável.

O Garfo

Um garfo de metal com duas pontas era preso a um colar de couro e colocado no pescoço da vítima. Suas pontas eram afiadas e penetravam na pele sem atingir nenhum órgão vital. A principal função dessa peça era matar a pessoa por asfixia, mas antes da pessoa morrer, ela permanecia por algumas horas nesse sofrimento.

A Guilhotina

Muito usada na França no período da inquisição e na Alemanha, a guilhotina (nome dado por causa de seu inventor, Ignace Guillotine) era uma máquina de punição pública. Era usado para punir bandidos e bruxarias e principalmente para mostrar para a população o que acontecia com as pessoas que não cumprissem o que lhes fora imposto.

As Máscaras

Mascaras de ferro usadas para punir de forma humilhante as pessoas. Quem usava essa máscara, era porque havia cometido algum delito e era obrigada a sair pelas ruas usando as peças de ferro.

              Além da tortura mental, as máscaras normalmente apertavam o nariz ou os olhos das vítimas para prolongar o sofrimento.

Garra de Gato


Peça feita em ferro em formato de uma garra de um felino. Era usada para rasgar as costas dos condenados enquanto esses ficavam pendurados pelos braços. Pelo tamanho das garras, ossos e mêsculos não eram obstáculos para a arma.

A Cadeira da inquisição

Uma cadeira de madeira com seus assentos cobertos de espinhos. As costas, os braços, as pernas e os pés da vítima eram penetrados por esses espinhos que eram apertados com cintos de couro para pressionar cada vez mais a vitima.
Essa peça foi usada na Alemanha até o sec XIX, na Itália e na Espanha até o final de 1700 e na França e outros países europeus, de acordo com pesquisas realizadas, até o final de 1800.

A Pera

O nome é dado pelo formato da peça. É uma peça que expandia progressivamente as aberturas onde era introduzida.
Esse instrumento forçava a boca, o ânus ou a vagina da vítima. Era usada para punir os condenados por adultério, incesto ou união sexual com Satã, e também para blasfêmias ou hereges.

Esse tipo de punição era referente ao oposto do tipo de crime que a pessoa havia cometido.


A IGNORÂNCIA AINDA NÃO TERMINOU.
 

 

 

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