Você está em Motivação Pessoal >>>>> Acesse a página inicial de Motivação Pessoal

 

WASHINGTON, O CORAÇÃO VALENTE:

Querer é poder!

 

 Por Wilson Mello Franco   (Fonte de pesquisa: Site dos torcedores do Atlético PR)

  

 

 

 

 

 

 

     Jogador de futebol quebrou as duas pernas, depois teve diabetes, e quase morreu em campo, de ataque cardíaco. Foi recusado, os exames diziam que sua carreira estava encerrada, mas Washington fez o seu destino, e um ano depois "arrasou" no Atlético PR, e  no momento que estou escrevendo isso, vai disputar a final de interclubes pelo Fluminense.

 

     Washington o "Coração Valente" é um atleta bastante conhecido por quem gosta de futebol.

      Está jogando atualmente (2009) no São Paulo. Se tivesse ido jogar lá na "Vila Famosa" sem dúvida, da tribuna Pelé o aplaudiria de pé.

     

    Washington -  nasceu em 1 de abril de 1975, em Brasília. A coragem de Washington (ou fé, se quiserem chamar assim) é impressionante. Começou sua carreira no Caxias RS, onde se destacou, sendo levado pelo Internacional, onde não se adaptou, indo para o rival, o Grêmio, onde não pode mostrar seu futebol, pois se contundiu algumas vezes, voltando então para o Caxias onde, em 1999 se destacou novamente, e foi então emprestado ao Paraná Clube. Em 2001 estava na Ponte Preta das minhas mil recordações, onde começou a despontar no cenário do futebol brasileiro, sendo artilheiro do campeonato Paulista e da Copa do Brasil deste ano, ganhando a homenagem "Chuteira de Prata" da Revista Placar. Nessa época Washington foi convocado para servir a Seleção durante as eliminatórias para a Copa do Mundo do ano seguinte. Foi reconvocado para jogar na Copa das Confederações, vitrine do mundo, e em 2002 foi negociado para jogar na Turquia.

       

         Destacando-se nesse ano no campeonato turco, já como vice-artilheiro Washington começou a sentir uma queimação no peito durante alguns treinos, chegando a ser atendido em campo, e levado a um hospital sentindo fortes dores no peito, apontando os primeiros exames uma lesão na artéria esquerda do coração. Se não tivesse sido atendido prontamente em campo, teria morrido, disse o médico do clube turco.

 

        Foi operado e iniciou um longo período de recuperação. Com isso teve seu contrato refeito e seu salário muito reduzido no clube turco, o que o levou a retornar ao Brasil, indo, em 2003, para o Atlético PR. Mas não pode sequer assinar o contrato, pois foi reprovado nos exames cardíacos. Porém, o Atlético apostou no jogador. Mas essa aposta não foi às cegas, mas em função de uma conversa tida entre o atacante e o presidente do Atlético:

 

 

 “Em três segundos ele me convenceu de que se recuperaria. Ele me disse: 'Presidente, eu quebrei as duas pernas e disseram que eu não voltaria a jogar. Eu disse que ia e voltei. Depois eu tive diabete e falaram a mesma coisa e eu voltei. Agora, o coração. Mas eu vou voltar a jogar'. - Assim, com uma força de vontade dessas, não tem quem não acredite”, revelou o então presidente do Conselho Deliberativo do Atlético.

 

 

  Washington fez um cateterismo e começou um difícil tratamento no clube, apesar de ainda não ter vínculo com o Atlético. Em maio de 2003 ele foi reprovado de novo em outro exame de contratação pelo Atlético. Longe de desistir, Washington decidiu seguir o tratamento orientado pelo Dr. Constantino Costantini.

 

     Seis meses depois Washington já estava treinando com o time B do Atlético, treinou por um mês, quando novos exames o liberam para o futebol. Havia se passado um ano para voltar a jogar, tal como havia prometido a si e ao diretor do Atlético.      

     Sua luta, sua força de vontade, sua coragem, e seu destaque no Campeonato Paranaense fê-lo tornar-se um dos grandes ídolos de todos os tempos do Atlético, recebendo prêmios e o título de "Personalidade do Ano" de 2004 pelo Jornal do Brasil.   

 

      Depois de uma passagem por um clube do Japão, foi jogar no Fluminense e agora está no São Paulo. No Flu a torcida cantava: "Coração valente, guerreiro tricolor, Washington é matador".

 

 

ALBERT EINSTEIN FALA SOBRE OS TEMPOS DE CRISE

           

"Não pretendamos que as coisas mudem se sempre fizermos a mesma coisa. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado".

 

Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e dá mais valor aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e conformar-se com ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."

 

 

 

 ® DIREITOS RESERVADOS - LEI 9610 dos Direitos Autorais, de 1998.