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TERAPIA DA REENCARNAÇÃO

 

   O DR. M. GERALD ELDESTEIN E A REENCARNAÇÃO

 

UM ATEU CARA A CARA COM A DIVINA LEI DA REENCARNAÇÃO

 

       

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Dr. Eldestein,

em 1983   

 

O Dr. Edelstein é um psiquiatra americano, tendo trabalhado, entre outros lugares, no Serviço de Urgência Psiquiátrica do Herick Memorial Hospital, em Berkeley, na Califórnia, EUA. É especialista em hipnoterapia.

Como homem de ciência, nunca se afasta do que é considerado ciência pura, e é absolutamente cético em relação à reencarnação. Todavia, em 1983 ele publicou um livro sobre a prática hipnoterápica, “Trauma, Transe e Transformação”, no qual menciona a aplicação da técnica da reencarnação.

 

Essa técnica é empregada quando o médico quer descobrir a origem do trauma do paciente, fazendo com que ele, hipnotizado, retroceda em suas memórias reprimidas no subconsciente até a causa da experiência traumática. Durante essa regressão hipnótica acontece frequentemente emergirem lembranças de reencarnações, ainda que o terapeuta não tenha feito qualquer sugestão nesse sentido. O Dr. Edelstein diz que isso se verifica principalmente em alienados.

 

    Uma mulher casada, Shirley, com 30 anos,  procurou o Dr. Edelstein queixando-se que não somente tinha insatisfação sexual com seu marido como ainda tinha medonhas fantasias de violação. O tratamento tradicional não surtiu efeito. O médico resolveu então aplicar a técnica da regressão hipnótica. Logo na primeira sessão, sob hipnose, Shirley associou sexo como uma forma de poder. E descreveu uma cena na qual, recém-nascida, via sua mãe perder sangue logo após seu nascimento. O Dr. Edelstein perguntou quando isso havia acontecido. Shirley respondeu: 1793! Em seguida, a mulher descreveu o bairro onde sua família tinha vivido, contando ainda que seu pai havia trabalhado junto com a parteira para realizar o parto.

 

Mas isso não foi o fim do problema. Shirley retornou ao consultório dizendo que os problemas com seu marido aumentaram: ela agora tinha medo de ferir o parceiro durante o ato sexual. Novas sessões de hipnoterapia foram efetuadas. Shirley achou-se agora numa vida anterior na França do século XIX. Enquanto seu marido permanecia doente em casa, ela foi a um baile onde encontrou um homem que a fascinou. Tiveram uma curta relação. O marido ficou sabendo, e, desgostoso, morreu. Ela sentiu-se culpada e responsável pela morte do marido. O problema desapareceu; mas Shirley também tinha medo de se ferir no ato sexual. Em nova sessões de hipnose, ela revelou que fora uma criança espanhola do século XV, que fora violada por seu pai. Como nas vezes anteriores, essa recordação aflorada fez com que os sintomas da desordem desaparecessem: Shirley estava curada! Antes, por dois anos, fizera o tratamento tradicional, não alcançando qualquer resultado positivo.

 

     Mesmo assim, o Dr. Edelstein não se convenceu de que os problemas de Shirley tinham origem em vidas anteriores e buscou uma explicação “normal” para o caso, investigando a vida atual da mulher. Todas as suas explicações resultaram em fracasso. Então ele hipnotizou Shirley para procurar indícios de que ela tivesse sofrido agressão sexual na infância. Essa tentativa foi em vão. O psiquiatra ponderou então que essas lembranças seriam sonhos que ela tivera quando criança, constituindo, pois, imagens simbólicas de acontecimentos traumáticos em sua infância. Tudo não passaria de uma fantasia do subconsciente de Shirley dramatizada em forma de reencarnação. Entretanto, isso não passou de teoria, pois o médico não encontrou qualquer prova conclusiva, qualquer explicação lógica para a cura de Shirley.

 

O Dr. Edelstein continua não aceitando a reencarnação como explicação para esse caso, mas conclui que é preciso rever a prática psicológica a fim de compreender melhor certos fenômenos.

   

 

 

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