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O SANTO SUDÁRIO DE TURIM

                              continuação da página anterior

 

 

 

 

Por Wilson Mello Franco          veja meus livros

 

JESUS VIVEU, FOI CRUCIFICADO E RESSUSCITOU DOS MORTOS!

   SERIA ESTA A VERDADE NUA E CRUA?

   

 

AS OBJEÇÕES DOS DEFENSORES

DA AUTENTICIDADE

 

  

No entanto, os que defendem a autenticidade do sudário oferecem explicações “plausíveis" para cada evidência que a nega. Essas explicações vão desde uma pseudociência até alegados fatos históricos, passando pela objeção do modo como os testes pela datação pelo carbono foram feitos. Sugerem que o incêndio ocorrido no local onde o sudário estava exposto, em 1532 – o sudário chegou, inclusive, a ter uma pequena parte queimada, que foi restaurada por freiras - poderia ter alterado o resultado. Ou que uma contaminação bacteriana no decorrer do tempo possa ter alterado as propriedades do tecido. E ainda que os testes teriam sido feitos em tecidos incorporados pelos remendos medievais efetuados na peça. E entre as explicações, a mais curiosa é a que advoga que teria que ser levado em conta a explosão da energia radiativa durante a ressurreição de Jesus! Porém, todas essas objeções são rechaçadas pelos que afirmam que os testes efetuados são suficientes para esclarecer o caso. Há que se notar que bem anteriormente aos testes o pano chegou a ser dado como autêntico pelo laboratório da NASA. 

 

Alguns investigadores afirmam que há evidências temporais da autenticidade do pano, tais como supostas moedas romanas que estariam colocadas sobre os olhos, como era costume, e ainda imagens que ultrapassariam a área do tecido, ou a presença de pólen de plantas típicas da região de Jerusalém. E veem na imagem "sinais claros" de objetos associados à crucificação, como os grandes cravos romanos, o martelo, o caniço no qual fora colocada a esponja com vinagre dado de beber a Jesus, o sinal da lança do soldado que vazou o lado de Jesus, alicates, e até mesmo os dados com os quais os soldados romanos lançaram sortes sobre a túnica do Mestre. Haja imaginação! 

 

E não param por aí: descobriram antigas palavras gregas e latinas tais como "Jesus" e "Nazareth". Autores católicos têm endossado essas "provas" de autenticidade, mas às vezes caem em contradição afirmando que tais provas, embora "sinais claros" da autenticidade, possam ser tão somente frutos da imaginação de afoitos pesquisadores.   

Contrastando grandemente com essas afirmações, as abordagens científicas têm mostrado que o sudário é mesmo obra de um confesso artista medieval. E assim o quebra-cabeça parece que vai sendo montado. Só parece, pois muita água vem correndo ainda sobre o sudário. Mas certo é que as peças que mostram ser uma obra de arte se encaixam uma na outra com precisão, levando até mesmo várias eminências da Igreja a acreditar tratar-se tão somente de uma obra de arte sagra.

 

Entretanto, a celeuma recomeçou mais forte ainda, pois foi descoberto esboço de um segundo rosto no pano santo. A única certeza sobre o sudário é que ainda dará muito pano pra manga nas discussões entre os dois lados. 

 

 

A POLÊMICA ESTÁ LONGE DE ACABAR

 

 

          A polêmica sobre a autenticidade do Santo Sudário está longe de acabar.  Como foi dito, os defensores da autenticidade da relíquia alegam ter sido encontrado pólen no tecido, de plantas que só existem na Palestina, algumas até já extintas. 

 

Quem encontrou pólen foi o suíço Max Frei, perito em tecidos, especialista da Interpol em criminologia, que pressionou um rolinho de fita sobre o sudário, sobre a qual teria se aderido o pólen encontrado no exame. Em 1976 apresentou suas primeiras conclusões sobre suas pesquisas, reforçadas em 1978: havia 48 espécies de grãos; 3/4 deles pertenciam a plantas da Palestina, 13 delas exclusivas da região do Mar Morto, algumas extintas desde o século I d.C.

 

Quanto à datação pelo radioisótopo de Carbono, que indicou ser a peça uma obra de arte do século XIV, os defensores da autenticidade alegam que o pedaço de pano coletado para o exame sofrera influência da fumaça do incêndio de que fora vítima a peça santa, em 1532, na capela onde estava exposto. O principal defensor desta tese é o químico russo Dimitri Kuznetsov, que submeteu amostras a novos testes, e concluiu que a datação estava errada porque estaria aderido ao tecido o excesso do carbono, em decorrência do incêndio. A conclusão do russo é endossada pelo físico americano John Jackson, que atua na Academia da Força Aérea dos EUA, e que lidera as pesquisas sobre o pano santo. Jackson afirma ainda que a imagem que aparece no sudário surgiu em função de uma forte radiação a que foi submetido o pano, isto é, durante a ressurreição de Jesus. O pano seria então a prova de que Jesus ressuscitou.

Quanto ao sangue, que seria pigmentos de uma tinta especial (veja o artigo anterior) Alan Adler, químico renomado, esteve estudando as amostras do Santo Sudário, e concluiu que as manchas são realmente de sangue humano. Seus estudos foram corroborados por  Victor Tryon, do Centro de Tecnologias Avançadas Aplicadas aos Estudos do DNA, da  Universidade do Texas, EUA. Ele confirma a presença de material genético nas amostras, distribuídas entre laboratórios de diferentes países.

 

 

 

 

                             CONTINUA  -      O OUTRO LADO DA QUESTÃO

 

 

 

 

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