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O SANTO SUDÁRIO DE TURIM

 

Por Wilson Mello Franco

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JESUS VIVEU, FOI CRUCIFICADO E RESSUSCITOU DOS MORTOS!

   SERIA ESTA A VERDADE NUA E CRUA?

 

 

O sudário de Turim seria a peça ou lençol no qual o corpo de Jesus teria sido envolto para o sepultamento, conforme nos relatam os evangelhos.

Desde que foram liberadas as pesquisas para se determinar a autenticidade desta que é considerada uma das principais relíquias da Igreja, muita polêmica tem surgido. 

 

Pesquisas preliminares indicavam ser este pano autêntico, mas pesquisas posteriores revelaram que se tratava de uma falsificação do século XIV. Embora diversas pesquisas revelassem isso, os devotos do sudário continuam afirmando o contrário.

 

A verdade é que somente na Europa medieval havia mais de quarenta "sudários verdadeiros", embora o pano de Turim seja o único que contém visíveis impressões de um homem crucificado, à semelhança de Jesus, conforme narrado nos evangelhos.

 

Para desespero dos partidários da autenticidade do sudário, e alegria de algumas seitas declaradamente anticatólicas, que consideram idolatria a prática de manter relíquias sob adoração, várias pesquisas científicas dizem tratar-se apenas de uma obra de arte. .

Os seguintes fatos foram estabelecidos por vários peritos e pesquisadores renomados (todos eles contestados pelos partidários da autenticidade): 

 

1 - A sudário contradiz o Evangelho de João, que descreve, além do lençol no qual o corpo de Jesus teria sido envolto, um "lenço" em separado colocado sobre sua face. E que antes de envolvê-lo no lençol, o corpo fora untado com cem libras de mirra e aloés, trazidas por Nicodemos, aquele que esteve com Jesus e recebeu do Mestre uma lição sobre reencarnação. Ocorre que não foram encontrados no sudário qualquer sinal destas especiarias!  

 

2 - Também não foram encontrados quaisquer sinais da forma de se tecer usada no século I, em diagonal, quando os panos para sepultamento eram sempre tecidos sem costura. A própria capa de Jesus, descrita quando os soldados tiraram sorte sobre ela, era sem costura, de alto a baixo. 

 

3 - Não se conhece nada a respeito do sudário antes da metade do século IV, quando teria se tornado propriedade de um homem que nunca explicou como tinha obtido a relíquia mais santa da cristandade. 

 

4 - O registro mais antigo escrito sobre o sudário é o relato de um bispo ao papa Clemente VII, datado de 1389, declarando que se originara como parte de um esquema de cura pela fé, a fim originar pretensos milagres com a intenção de defraudar os peregrinos crédulos. 

 

5 - O relato do bispo também afirmava que um predecessor tinha descoberto a fraude e como o dito pano tinha sido espertamente pintado, verdade esta atestada pelo próprio artista que o havia pintado. O próprio Santo Agostinho, no século IV, teria feito notar o esmero da pintura, e tratado com o pano como maravilhosa obra de arte.

 

6 - O físico de Jesus é inconvencionalmente prolongado, mais de acordo com a arte gótica do que com o que seria de se esperar de uma imagem tridimensional surgida pela envoltura de um corpo humano. E outros detalhes, como o pé sangrando e a mecha de cabelo, parecem não combinar com um quadro ao qual deveria estar relacionado.

 

7 - O sangue com o tempo tende a escurecer, mas no sudário o que se diz ser sangue é bem claro. E ainda, segundo estes pesquisadores, parecem destoar da semelhança de como o sangue em escorrendo se comportaria. 

 

8 - Em 1973, sorologistas forenses submeteram o "sangue" a uma bateria de testes, para determinar suas propriedades químicas, grupo sanguíneo e outras particularidades inerentes ao sangue. Não somente havia ausência de fatores que poderiam ser identificados como sangue como ainda foram encontrados grânulos suspeitos de  coloração vermelha.

 

9 - Subsequentemente o renomado microanalista Walter McCrone identificou o suposto sangue como sendo uma mistura de tinta vermelho-ocre e vermelho-cinabrino, e concluiu que a imagem inteira havia sido pintada. 

 

10 - Em 1988 o pano do sudário foi submetido a testes de datação por radiocarbono  por três laboratórios diferentes (em Zurique, Oxford, e na Universidade do Arizona). Os resultados se mostraram em estreito acordo, e mostravam uma data que se estendia entre os anos 1260 e 1390 d.C., aproximadamente o tempo da confissão do falsificador informado pelo relato do citado bispo, por volta de 1355. 

 

 

 

                                       CONTINUA    -  O OUTRO LADO DA QUESTÃO

 

 

 

 

   

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