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COBRAS BICÉFALAS

 

 Cobra bicéfala na Espanha



 
   
    A atração principal do laboratório zoológico da Universidade de Valência é atualmente uma cobra de duas cabeças encontrada na Espanha.

 

 

 

Um camponês da província de Alicante, Espanha, encontrou a cobra no mês de fevereiro de 2002, e no final de março foi transferida para Valência. O animal está agora num viveiro com uma câmara de vídeo gravando cada um de seus movimentos de seus quatro olhos e duas línguas.

A cobra têm cerca de nove meses, tempo insuficiente ainda para se determinar seu sexo. Sua coloração é um cinza pálido com algumas linhas escuras que vão da cabeça à cauda e linhas transversais as conecta. Poderia se tratar de uma espécie atípica nativa na Espanha, Portugal e França: "Ambas as cabeças parecem coordenar-se e trabalhar sem problemas. Movem-se independentemente", assegura Vicente Roca, um dos investigadores da Universidade de Valência.

Os biólogos esperam determinar se a cobra possui também zonas digestivas separadas, pois ambas as cabeças comem por igual, e se uma cabeça domina a outra.

 

 

 

   

 

Gordon Burghardt, da Universidade de Tennessee, disse que estudou duas cobras bicéfalas no decorrer de sua carreira, e nas duas vezes estas mostraram-se autônomas, até mesmo brigaram pelo alimento.

Roca espera que uma vez que se consiga determinar o sexo do animal, possa reuni-la com um membro normal do sexo oposto e esperar que se acasalem, podendo assim estudar sua reprodução .

Os cientistas creem que esta cobra poderia ser o resultado de um desenvolvimento embrionário defeituoso, provavelmente devido a uma interferência genética. Estes animais teriam vidas mais curtas que os demais pois possuem menor capacidade de movimento, sendo assim mais vulneráveis aos predadores.

   

  

       COBRA BICÉFALA ENCONTRADA NA NICARÁGUA É VENDIDA POR US$ 50 MIL

 

 

Nomeada por Todd Ray, o dono do circo de horrores, de Medusa, “a cobra perfeita”, ela se destaca não somente por ser albina e ter duas cabeças, mas também por não ter deformação e por seu tamanho de 1 metro. Normalmente cobras bicéfalas são pequenas (como a cobrinha verde espanhola acima).  Esta é uma espécie não venenosa.

Outro destaque é que cada cabeça têm uma personalidade própria, e apesar de conviverem bem, pode haver rolo na hora da boia: o empresário afirma ter que alimentar uma cabeça de cada vez e sem que a outra veja, com uma barreira no meio, e que, em caso de ciúme, elas podem ficar agressivas. “Percebi que ia ter que alimentar uma de cada vez logo na primeira tentativa de dar comida. Trouxe um camundongo e ambas abriram a boca. A cabeça da direita foi mais rápida e pegou o rato da minha mão. A cabeça da esquerda, então, mordeu o rabo do camundongo e começou uma disputa”, conta Todd.

Aliás, o medo do empresário é justamente um quebra-pau entre as duas cabeças, que poderia fazê-lo perder o capital investido na atração circense. Suponhamos que uma cabeça quer ir para a esquerda, e a outra para a direita... aplicarão o princípio do "quem pode mais chora menos"?

 


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